FADO & THE CITY

Cartaz ilustrado para FADO & THE CITY do ilustrador Nuno Saraiva.

FADO & THE CITY é o fado a tomar conta da cidade que é sua.

Neste mês de Maio todas as terças no Pavilhão Chinês das 19:00 às 20:00, todas as sextas no Reservatório da Patriarcal das 19:00 às 20:00 e todos os domingos, das 20:00 às 21:00, na Embaixada.

Pavilhão Chinês, Rua Dom Pedro V, n 89/ 91, Lisboa

Reservatório da Patriarcal, Praça do Príncipe Real, Lisboa

Embaixada | Portuguese Shopping Gallery, Praça do Príncipe Real, nº 26, Lisboa

Mais informações em : facebook.com/fadoandthecity

Comprar bilhetes aqui.

 

Capitão Fausto no Coliseu de Lisboa, no dia 22 de dezembro 2016

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Os Capitão Fausto serão, eventualmente, a banda-paradigma de quem vence e arrecada os melhores adjectivos porque o caminho só poderia implicar-lhes coroação.

Constituídos por Tomás Wallenstein, Domingos Coimbra, Francisco Ferreira, Manuel Palha e Salvador Seabra, têm três LPs editados: “Gazela” (2011), “Pesar o Sol” (2014) e “Capitão Fausto Têm os Dias Contados” (2016). Com o último registo, mais cheio de tudo – arranjos de metais, outros instrumentos de sopro e um compassar distinto no rasgar das guitarras – atingem aquele cliché que lhes serve como um vestido de gala, justo e perfeito: a maturidade. Sobem na cronologia da vida e das melodias, equilibrando as mundividências e o apuro técnico, instrumental e composicional, como trapezistas desmedrosos e arrojados que balançam em elevados tectos e sem rede. As canções do terceiro e mais forte disco dos Capitão Fausto são cozinhadas entre o rock e a pop e liricamente oferecem narrativas de quem soube crescer e pensar bem em como crescer. Ora simples, ora épicas, as velocidades são várias para viciar aos primeiros acordes.
No Coliseu de Lisboa, no dia 22 de dezembro 2016, os Capitão Fausto serão aquilo que se percebe deles: brilhantes.

Pode cobrar bilhetes: www.bol.pt

Linda Martini a caminho do Coliseu de Lisboa no dia 2 de Abril!

“Sirumba” é o título do novo disco dos Linda Martini. A apresentação oficial decorre no mítico Coliseu de Lisboa, onde a banda sobe a palco pela primeira vez a solo. O grupo de culto português garante momentos especiais reservados para uma data que promete ser memorável.

PREÇOS – Plateia Pé /Balcão/Galeria Pé – 12€

DESCONTOS – Desc. Bilhete Duplo – 20€

Pode comprar os bilhetes em http://www.bol.pt

Pode ler a reportagem do Público aqui.

Aqui fica um clássico dos Linda Martini » “Ratos”

 

 

 

 

O novo álbum dos PAUS chama-se “Mitra”

Os PAUS são, ao terceiro longa-duração, um grupo de identidade bem vincada cada vez mais ambicioso na procura de grandes canções. Mitra, o novo disco, é o melhor conjunto de músicas do quarteto: traz as vozes para o centro da ação mas não descura os instrumentos.

Clarão, editado faz agora dois anos, foi um álbum aqui e ali pouco compreendido: o segundo dos PAUS era feroz e algo tribal, e onde o disco de então atropelava pela força, a novidade seduz em ritmos mais lentos, dedica mais atenção à palavra e a cada nova escuta novos elementos e sonoridades aparentemente escondidas chamam a atenção – Mitracresce rápido, seduz no imediato, mas – como o bom vinho e as mulheres – vai ficando melhor com o tempo e melhor conhecimento.

Os PAUS começaram por chamar a atenção pela pujança dos concertos, mas o grupo é, em 2016, um grupo de músicos (e amigos) que tira bom proveito do estúdio: teclados e guitarras são cada vez melhores companheiros da bateria siamesa que bate agora com menos rapidez e brutalidade, certo, mas compensa a menor carga enérgica com um melhor encaixe nas vozes.

O que sempre de bom os PAUS tiveram – o cruzar de instrumentos -, Mitra reforça; as palavras e as vozes, por seu turno, evoluem de uma preferência por onomatopeias ou cânticos mais imediatos para efetivas letras, letras que passam de complemento a ator principal de um filme cada vez mais pop. Se no princípio era o verbo, em 2016 é a canção que move os PAUS.

texto de: http://altamont.pt

FADO REDUX – No Bicaense

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O remix sabe a velho, o detox sabe a verde e o redux saboreia o passado com olhos contemporâneos. Este é o mote do Fado Redux , uma experiência exploratória que olha para ontem e para a posteridade com uma desconfiança salutar, para depois fazer aqui e agora. A receita é simples: duas fatias de DJ sets e fado fresco no meio. Tragam palmas. Todas as terças, no Bicaense (R. da Bica de Duarte Belo 42, 1200-056 Lisboa).

A programação deste mês conta com a participação de vários cooperadores da Pro Nobis. Consulte a programação aqui.

 

Exposição “Viagem Desenhada” de Ricardo Cabral

É já este sábado, 26 de setembro, que tem início a programação satélite do Amadora BD 2015, com a inauguração da exposição “Viagem Desenhada”, de Ricardo Cabral, a partir das 17h30 na Casa da Cerca, em Almada. Entrada livre.

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SOBRE A EXPOSIÇÃO

Constituindo um percurso pela obra de Ricardo Cabral, autor escolhido no universo da ilustração e da banda desenhada para refletir o tema que este ano norteia a programação da Casa da Cerca, a “Viagem”, a exposição reúne trabalhos, incluindo vários cadernos e esboços, ligados aos seus livros que têm esta temática como ponto de partida. “Evereste” (2007), “Newborn – 10 dias no Kosovo” (2010), “Israel – Sketchbook” (2009), “Pontas Soltas – Cidades” (2011), “Comic-Transfer” (2013) e “Ponta Soltas – Lisboa” (2014), são algumas das publicações do autor em destaque na exposição.

SOBRE RICARDO CABRAL

Licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa em 2005, trabalha desde então como ilustrador freelancer para clientes tão variados como a Super Bock, Samsung, Moleskine ou o jornal Correio da Manhã. É autor dos livros de banda desenhada “Evereste”, “Israel Sketchbook”, “Newborn – 10 dias no Kosovo”, “Pontas Soltas-Cidades”, “Comic-Transfer” e “Pontas Soltas-Lisboa”, ilustrou também os livros infantis “Portugal para Miúdos”, “Expressões com História”, “Uma Baleia no Quarto” e “Caras e Coroas – Reis e Rainhas de Portugal para Miúdos”. Atualmente faz parte do coletivo Lisbon Studio.
Morada: Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea, Rua da Cerca, 2800-050 Almada

http://www.m-almada.pt/portal/page/portal/CASA_CERCA
Horário: terça a sexta: 10h-18h; sábado e domingo: 13h – 18h
A exposição está patente até dia 10 de Janeiro 2016.

 

 

 

 

 

“BAILE” – Cinco mulheres e uma banda, momentos que contam e cantam histórias numa homenagem à alegria.

Estreia dia 9 e estará em cena até ao dia 20 Setembro no Teatro S. Luiz e 02 e 03 de Outubro no Teatro Municipal Rivoli.

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“Baile” é um exercício de cumplicidade entre cinco mulheres-intérpretes e uma banda que se encontram em cena. Uma sucessão de números musicais e de quadros visuais. Histórias em jeito de canções que rendem homenagem à alegria. Mas eis que vem a maldade por entre a melodia a fazer lembrar o mundo. E vai-se instalando nos espaços vazios como uma inundação. Porque afinal sempre lá esteve. Um mal que é extremo e que precisa de um bem profundo e radical. Mas que difícil que isso é: o discurso sem cinismo, a comunicação de algo puro, de sorriso na cara… O espaço é um lugar despojado, que foi talvez um salão de baile, um grande palácio, onde já não há agora coisa nenhuma. Um palco vazio, ou quase, onde estas mulheres se esforçam por adiar o fim do mundo, continuar a dança e a ilusão, recorrendo às suas memórias, às suas fantasias, ao poder que a música tem, de amparar. De nos salvar. Talvez.

Uma criação de Carla Maciel e Sara Carinhas
com Ana Brandão, Carla Galvão, Carla Maciel, Manuela Azevedo e Sara Carinhas